Um ato na manhã desta sexta-feira (13/02/15), na Praça 9 de Dezembro, reunindo professores e funcionários de escolas e da Unicentro simbolizou a continuidade da greve por tempo indeterminado do funcionalismo público do Paraná. A marcha saiu do Campus Santa Cruz e seguiu até a Praça 9 de Dezembro com faixas e palavras de ordem relatando o descontentamento com as ações do governo estadual para a educação. Mesmo com a retirada do “pacotaço” ontem na Assembleia, todas as categorias mantiveram as paralisações. Agora, as mesas de negociação vão analisar cada reivindicação no Estado.
Na pauta estão outras situações como a as contratações via PSS, e o pagamento de salários em atraso, terço de férias, auxílio alimentação e conveniadas. Para a professora e presidente da APP Guarapuava, Terezinha Daiprai, as mobilizações geraram a retirada dos projetos, porém os atos continuam em todo o Estado. “Não haviam vândalos lá, apenas professores, trabalhadores, ninguém quebrou nada a não ser defender os seus direitos. Muitos professores de Guarapuava estavam lá e vamos continuar os atos aqui. Estamos nos sentindo com ainda mais força de continuar a greve pela educação até que o governo volte atrás e de condições para que as escolas voltem a funcionar”, afirmou.
Os projetos de lei 06/2015 e o 60/2015 retornaram para a Casa Civil para reexame. Ontem, o líder do Governo na Assembleia, o deputado Romanelli (PMDB) afirmou em entrevista que não solicitará mais a votação em regime de comissão geral. O Governador Beto Richa também disse que os atos foram um atentado à democracia, o que gerou repúdio por parte dos professores. “Continuamos repudiando tanto o governo, como os três deputados de Guarapuava, Artagão Júnior, Bernardo Carli e Cristina Silvestri que ficaram do lado do interesse próprio, contra a educação e o povo paranaense”, argumentou a professora.
Confira a nota da APP Sindicato sobre as declarações do governador:
Frente às declarações do governador do Paraná, senhor Beto Richa (PSDB), veiculadas na noite desta quinta-feira (12/02/15), a direção estadual da APP-Sindicato vem a público repudiar com veemência as alegações e a falta de diálogo daquele que foi eleito para governar um Estado e não para tentar fazer dele um reinado.
O governador, em entrevista, afirmou que eram apenas “baderneiros que invadiram a Assembleia Legislativa”. Eram, na verdade, milhares de servidores(as) em greve, que protestaram, mais uma vez, de maneira pacífica e ordeira em defesa de suas carreiras e salários. Em defesa de direitos historicamente conquistados com muitas lutas. Diante da eminência de um verdadeiro “tratoraço”, trabalhadores(as) saíram às ruas para “ousar” discordar do governador.
Ressaltamos que o governo foi informado da reinstalação da greve da educação ainda na segunda-feira, dia de seu reinício. Em um documento protocolado no Palácio Iguaçu, a direção da APP-Sindicato apresentou a pauta de reivindicações aprovada na assembleia da categoria no ultimo sábado (12/02/15). Além disso, solicitou imediato estabelecimento de uma mesa de negociação entre governo e sindicato, o que não ocorreu. O governo, pelo contrário, insistiu em sua gana de aprovar o pacote de maldades.
Infelizmente, mais uma vez educadores(as) foram recebidos pela polícia militar com bombas e balas de borracha. Os(as) deputados(as) aliados(as) foram vergonhosamente entronizados na Alep pela porta dos fundos, após cerrarem as grades. A indignação tomou conta daqueles(as) que ali estavam e decidiram ocupar o pátio da assembleia legislativa.
Vencemos apenas uma batalha e continuaremos em greve para exigir do governo o cumprimento das demais pautas da paralisação.
Direção Estadual da APP-Sindicato (Fonte: Rádio Cultura)
Na pauta estão outras situações como a as contratações via PSS, e o pagamento de salários em atraso, terço de férias, auxílio alimentação e conveniadas. Para a professora e presidente da APP Guarapuava, Terezinha Daiprai, as mobilizações geraram a retirada dos projetos, porém os atos continuam em todo o Estado. “Não haviam vândalos lá, apenas professores, trabalhadores, ninguém quebrou nada a não ser defender os seus direitos. Muitos professores de Guarapuava estavam lá e vamos continuar os atos aqui. Estamos nos sentindo com ainda mais força de continuar a greve pela educação até que o governo volte atrás e de condições para que as escolas voltem a funcionar”, afirmou.
Os projetos de lei 06/2015 e o 60/2015 retornaram para a Casa Civil para reexame. Ontem, o líder do Governo na Assembleia, o deputado Romanelli (PMDB) afirmou em entrevista que não solicitará mais a votação em regime de comissão geral. O Governador Beto Richa também disse que os atos foram um atentado à democracia, o que gerou repúdio por parte dos professores. “Continuamos repudiando tanto o governo, como os três deputados de Guarapuava, Artagão Júnior, Bernardo Carli e Cristina Silvestri que ficaram do lado do interesse próprio, contra a educação e o povo paranaense”, argumentou a professora.
Confira a nota da APP Sindicato sobre as declarações do governador:
Frente às declarações do governador do Paraná, senhor Beto Richa (PSDB), veiculadas na noite desta quinta-feira (12/02/15), a direção estadual da APP-Sindicato vem a público repudiar com veemência as alegações e a falta de diálogo daquele que foi eleito para governar um Estado e não para tentar fazer dele um reinado.
O governador, em entrevista, afirmou que eram apenas “baderneiros que invadiram a Assembleia Legislativa”. Eram, na verdade, milhares de servidores(as) em greve, que protestaram, mais uma vez, de maneira pacífica e ordeira em defesa de suas carreiras e salários. Em defesa de direitos historicamente conquistados com muitas lutas. Diante da eminência de um verdadeiro “tratoraço”, trabalhadores(as) saíram às ruas para “ousar” discordar do governador.
Ressaltamos que o governo foi informado da reinstalação da greve da educação ainda na segunda-feira, dia de seu reinício. Em um documento protocolado no Palácio Iguaçu, a direção da APP-Sindicato apresentou a pauta de reivindicações aprovada na assembleia da categoria no ultimo sábado (12/02/15). Além disso, solicitou imediato estabelecimento de uma mesa de negociação entre governo e sindicato, o que não ocorreu. O governo, pelo contrário, insistiu em sua gana de aprovar o pacote de maldades.
Infelizmente, mais uma vez educadores(as) foram recebidos pela polícia militar com bombas e balas de borracha. Os(as) deputados(as) aliados(as) foram vergonhosamente entronizados na Alep pela porta dos fundos, após cerrarem as grades. A indignação tomou conta daqueles(as) que ali estavam e decidiram ocupar o pátio da assembleia legislativa.
Vencemos apenas uma batalha e continuaremos em greve para exigir do governo o cumprimento das demais pautas da paralisação.
Direção Estadual da APP-Sindicato (Fonte: Rádio Cultura)
|
*** Alencar Souza traz diariamente os principais destaques da região de Guarapuava, do Brasil e do Mundo. Seu blog é atualizado de hora em hora e deixa o público em geral sempre informado. O Blog Alencar Souza foi criado no ano de 2012 e apresenta elevados índices de crescimento, sendo um dos maiores portais de notícias da região centro-oeste do estado do Paraná. Informações, notícias, opiniões e serviços em um unico endereço. Jornalismo levado a sério, imparcial, ético e sempre atualizado. Com muita credibilidade, responsabilidade, seriedade, transparência, inovação e respeito pelos seus leitores. Esse é o Blog Alencar Souza!
ENTRE EM CONTATO: E-mail alencar77@hotmail.com - Whatsapp (42) 8868-7983 ***
|










